05 setembro 2013

Quando à maturidade chegar, você irá perceber que estava se matando pelo Romeu errado e fazendo muito barulho por nada.

O que é o amor?  Shakespeare já dizia que “o amor não se vê com os olhos, mas sim, com a mente”. Primeiro você se pega pensando nele. Não consegue dormir, muito menos falar. Aparecem mil e uma borboletas em seu estômago quando ele passa perto de você. Você desaprende até como se respira. Fica ali, noites e mais noites em claro, só imaginando como seria se aquele menino resolvesse falar com você. Quando ele realmente resolve chegar até você, é uma experiência de outro mundo. Uma aventura inimaginável. Vocês passam horas conversando e parece que todo tempo é pouco. Quanto mais, melhor. Quanto mais beijos, melhor. Quanto mais mensagens, melhor. Quando mais voz de bebê, melhor. Você deseja o tempo todo ficar ao lado dele, o mais perto o possível, ao ponto de tentarem se fundir e se tornarem um só.Tanto chamego, tantos mimos, que chega a enjoar. Enjoar da voz, das mensagens, do jeito de andar. Enjoar das coisas que você mais gostava nele. Tudo começa a ficar repetitivo, entediante. Em certos casos a raiva predomina e assim se formam as brigas. Palavras são ditas, sentimentos feridos e corações partidos. O termino chega e você não tem pra onde correr. Tudo dói, a mente, a alma e principalmente o coração. Um rasgo começa a se abrir dentro do seu peito, sugando tudo de melhor que à dentro de você. A amargura vence e a frieza já é mais que visível. E você chora, dias e noites, sem parar. Chora até achar que todas as lágrimas existentes dentro de você, secaram. Parece que o seu mundo irá desabar. Mas, só parece mesmo. Um amigo te consola e você começa a reparar em como ele é bonito, como ele é simpático e cuidadoso. Um batimento cardíaco irregular te faz respirar um pouco ofegante quando o vê passar. Pronto.Você já acha que é amor. Quando você tem dezesseis anos, ou ainda é adolescente, e alguém diz que te ama: você acredita. Mas, o amor nessa idade é muito complexo, tão complexo que é quase inexistente. Você ama uma bolsa, ama uma bijuteria. Mas o amor mesmo, aquele de Shakespeare, você não sente, está tudo em sua mente. Pura imaginação. Na sua adolescência, você vai encontrar os “donos” da sua vida, “aqueles” por quem você até se mataria. Mas um dia, quando à maturidade chegar, você irá perceber que estava se matando pelo Romeu errado e fazendo muito barulho por nada.

Retirado do Blog: Doces Expressões


2 comentários:

  1. Nem sempre amar garante a felicidade eterna.
    Mas é a vida, a gente vai vivendo, errando e aprendendo.

    bjokas e um lindo fds =)

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    Respostas
    1. Verdade, nem sempre um relacionamento faz a gente feliz.

      Para você também, beijão !!

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